O problema não tem relação apenas com mulheres negras. Buscas que incluem "mulher loira/ruiva/japonesa dando aula" também levam a pornografia. Segundo o Google, a ação relatada está sob investigação. A empresa afirma que não há qualquer intenção de mostrar conteúdos explícitos para seus usuários. Para evitar que o problema aconteça, basta usar a configuração para bloquear conteúdo sexualmente explícito nos resultados da pesquisa.
2. Instagram apagando conteúdos que usam o emoji "OK"
Como resposta, o Instagram adotou novas regras em sua ferramenta de denúncia de posts, o que pode resultar na exclusão do conteúdo e no banimento do usuário. A polêmica com o gesto tem sua origem em 2017, quando usuários do fórum 4Chan afirmaram que o símbolo dos três dedos representa a letra "W" — de White, que significa branco em português —, enquanto os dedos polegar e indicado criam o desenho da letra P (power, ou poder em português).
O sinal com significado extremista ganhou força na Internet. No primeiro semestre de 2019, o responsável pelo massacre de 51 pessoas na Nova Zelândia usou o gesto ao se apresentar em seu julgamento.
3. Cursos online da Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados Federais oferece em seu site um ambiente com cursos gratuitos. A plataforma, chamada de Escola Virtual da Cidadania, apresenta cursos em diferentes áreas, como administração, gestão de projetos, cerimonial e protocolo. Os cursos têm um ambiente interativo, com aulas dinâmicas, lições online, testes de conhecimento e a opção de conversas com outros usuários. Alunos podem comentar em blogs dos cursos e nos fóruns de discussão. Em alguns, os usuários podem obter certificados, como as aulas de Técnica Legislativa e Processo Legislativo.
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4. Coisas bizarras que viralizaram na web
A Internet sempre recebe novos desafios e modinhas que viralizam rapidamente em todo o mundo. No entanto, esses conteúdos muitas vezes são estranhos e bizarros por oferecerem situações inusitadas para as pessoas. Como exemplos, temos os vídeos de ASMR, criados para pessoas que desejam relaxar para conseguir dormir, o "desafio da camisinha" e as lives de mokbang, em que pessoas filmam a si mesmas comendo.
As "febres" de vídeos também se estendem ao streaming de pessoas estudando por horas. Chamada de "gongbang", a modinha iniciada em 2018 segue popular no YouTube, e os canais do tipo ganham muitos seguidores em diversas partes do mundo. Outras virais estranhos são as dancinhas bizarras de pessoas ao som da música Harlem Shake e os vídeos com truques para aperfeiçoar o formato do rosto, denominados de Mewing.
5. Deepfake com conteúdo pornográfico
Segundo relatório, da empresa de cybersegurança Deep Trace, os vídeos deepfake mais visualizados na web são de conteúdo pornográfico. A tecnologia, que utiliza softwares modernos para simular o rosto de pessoas em cenas falsas, vem sendo utilizada para criar vídeos enganosos em que celebridades aparecem em situações pornográficas. Recentemente, mais de 14.678 vídeos foram identificados como deepfake. Entre as vítimas famosas estão as atrizes Gal Gadot e Emma Watson.
6. Posts tristes para atrair pessoas nas redes sociais
Criada a partir da junção das palavras em inglês "triste" e "pescaria", o sadfishing é um tipo de post em que pessoas descrevem situações e problemas relacionados à saúde mental. O conteúdo, entretanto, é uma estratégia para atrair curtidas e novos seguidores comovidos pela história contada. A tática, segundo especialistas, pode agravar problemas reais em crianças e adolescentes que sofrem verdadeiramente com problemas relacionados aos relatos.
Ao que parece, famosos estão usando o sadfishing como estratégia de interação em suas redes sociais. No início de 2019, a socialite americana Kris Jenner, mãe da modelo Kendall Jenner, divulgou um vídeo em que a filha se mostrava prestes a revelar uma experiência delicada. O depoimento despertou grande curiosidade no público, trazendo uma grande quantidade de comentários e curtidas no conteúdo, além da expectativa sobre o que seria a revelação. No entanto, tudo não passou de uma campanha para o lançamento de uma parceria da modelo com uma empresa de cosméticos antiacne.
7. Filtro do Coringa no Instagram
Com a estreia de sucesso do filme Coringa, um filtro do Instagram ganhou grande visibilidade. Usando tecnologia de reconhecimento facial, o efeito adiciona a maquiagem usada pelo ator Joaquim Phonix no rosto do usuário. O resultado do filtro impressiona pela qualidade do efeito, que simula fielmente o personagem dos quadrinhos. Em nosso tutorial, mostramos o passo a passo para realizar a instalação do filtro a partir do perfil do desenvolvedor.
Para ajudar nossos leitores, criamos uma série de dicas práticas para identificar boletos falsos. Os procedimentos incluem a verificação dos dados, a identificação de códigos de barras adulterados, a verificação de sites seguros e outras ações.
9. 'Pior pai do mundo' engana pessoas com fotos de crianças em perigo
Criadas pelo designer Stephen Crowley, as imagens de uma criança em situações perigosas viralizaram na Internet. Originalmente postadas em um fórum do Reddit em 2017, as fotos modificadas no Photoshop apresentavam a filha do designer, Hannah, em circunstâncias arriscadas. Com apenas 18 meses na época, a menina havia enfrentado uma rara doença imunológica e passou seis meses internada. A brincadeira, na época, foi criada por Crowley para conscientizar outras pessoas sobre o projeto Be The Match, que ajuda pacientes a encontrarem doadores de medula óssea compatíveis.
Recentemente, o "Pior pai do mundo" voltou a publicar mais fotos de bebês em perigo. Dessa vez, as montagens foram criadas para a campanha Caught in the act (pego no ato, em português), para uma fabricante de babá eletrônica. A ideia é criar uma série de fotos que mostram situações em que os pais não gostariam de ver seus filhos para provar a importância de comprar o aparelho.
10. Dicas para ganhar dinheiro na Internet
A Internet oferece diversos serviços e ferramentas que podem ajudar pessoas ganhar dinheiro. Pensando nisso, preparamos uma série de dicas, como usar as redes sociais e vídeos no YouTube de forma monetizada. Além disso, a rede oferece trabalhos como freelancer em diversas áreas, oportunidades oferecidas em sites especializados em conectar profissionais e empregadores. Outras possibilidades, como participar de pesquisas remuneradas, aplicativos, games com premiações e serviços para vender produtos também estão na lista.